sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Vai continuar subindo ou pular na água?


Enquanto você pensa, as autoridades de Brasília estão de férias usufruindo tudo que eles tiveram  oportunidade de botarem nos bolsos e contas bancárias.

Tranqüilos e calmos, como se as mortes que ocorrem por aí não estivessem ligadas diretamentes à falta de humanidade de cada um deles.

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37% das famílias não conseguem pagar dívidas







O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quinta (05/12) o novo Índice de Expectativa das Famílias (IEF). 

Segundo o documento, quase 37% da população do país passa por apuros por conta de dívidas, sem condições de arcar com os débitos. 

De acordo com a pesquisa, 47,8% só conseguiriam quitar as dívidas de forma parcial e apenas 13,2%  conseguiram pagar todos os débitos. 

Porém, o instituto frisa que 56,1% das famílias não possuem dívidas em relação à renda mensal. 

Para a pesquisa, o Ipea entrevistou no último mês de dezembro moradores de 3.810 domicílios distribuídos por mais de 200 municípios de todos os estados e do Distrito Federal. 

Fonte: Cláudio Humberto 

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Será que a bandidagem vai continuar podendo se candidatar?



Um ano e meio após virar lei e agitar a última corrida eleitoral em todo o país, a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) caminha para ter sua sorte decidida nos primeiros meses de 2012, antes do começo do novo processo eleitoral. 

Depois de adiar por duas vezes o julgamento sobre a validade da lei que proíbe a candidatura de pessoas condenadas por órgãos colegiados da Justiça, o Supremo Tribunal Federal (STF) trata como prioridade a conclusão da análise da norma. 

Os ministros voltam ao trabalho no dia 6 de fevereiro. Agora, com o quórum completo de 11 magistrados. Mesmo assim, o destino da lei ainda está cercado de incertezas.

A posição da ministra Rosa Maria Weber, empossada em 19 de dezembro, em relação à Ficha Limpa ainda é uma incógnita. Para não se considerar impedida no julgamento, ela evitou fazer qualquer comentário público sobre a norma. 

E como veio do Tribunal Superior do Trabalho (TST), não lidou com a legislação eleitoral durante sua carreira como magistrada.

Fonte: Congresso em Foco

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