segunda-feira, 24 de outubro de 2011

PC do B de hoje envergonha o de ontem


 Esta turminha pequena de raciocínio não cansa de falar besteira. 

Antes a filha de Luís carlos Prestes mostru-se envergonhada com a bandidagem que se transformou o PC do B de hoje.

Agora foi a vez da filha do Maurício Grabois mostrar sua indignação contra as ações dos atuais membros doPC do B.


“Infelizmente, eles não estão mais aqui conosco. Se estivessem, certamente estariam do nosso lado.”

Inácio Arruda, líder do PCdoB no Senado, sobre a propaganda partidária exibida na última quinta-feira, caprichando na pose de quem recebe mensagens psicografadas para informar que todos os dirigentes do partido, vivos ou mortos, estão ao lado de Orlando Silva e seus comparsas.



 “Os fatos que hoje atingem o partido são lamentáveis e não podem estar vinculados a esses valorosos dirigentes. Se meu pai estivesse vivo, ficaria envergonhado com o que virou o PCdoB.”

Victória Grabois, filha de Maurício Grabois, dirigente do PCdoB desaparecido em 1973, durante a a guerrilha do Araguaia, indignada com a associação do nome do pai às bandalheiras promovidas pelos atuais chefões do partido.

Atualizado às 19:39hs.
A professora Victória Grabois, teve o pai, esposo e irmão mortos na Guerrilha do Araguaia (entre 1972 e 1975). Ambos eram filiados ao Partido Comunista do Brasil (PC do B). 

Postagem inspirada em Augusto Nunes, Blog Veja

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Viva a imprensa que denuncia o lixo



O Ministro Padilha falou que jogar lixo no quintal dos outros não é coisa que se faça.

Eu digo para o ministro que mais imundo, ordinário, safado e sem vergonha é aceitar que
façam do nosso país a lixeira do mundo.

E olhe que só ficamos sabendo deste troço porque a imprensa trouxe à tona, se não fosse ela, a imprensa, ficaríamos sujeitos ao lixo tóxico simplesmente porque os órgãos competentes não tomariam providências.

Ainda bem que temos grande parte da imprensa para tomar nossas “dores”, pois se fossemos depender de ações próprias  dos governantes...

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Só a Dilma não percebe



Os pregões eletrônicos no Ministério do Esporte viraram um mistério para o Tribunal de Contas da União. 

A pasta pagou pelo menos R$ 33 milhões a mais em duas licitações recentes, com sobrepreço de R$ 13 milhões para uma empresa americana e R$ 20 milhões para outra, brasileira. 

O TCU já abriu cinco processos de investigação contra o ministério somente este ano. Um deles corre em segredo de Justiça.

A pasta pagará R$ 80,8 milhões para a Capricórnio Têxtil fabricar camisas e bermudas, R$ 20 milhões a mais que os concorrentes.

Vencedora de outro pregão, a Johnson-Controls/Dex instalará câmeras de vigilância nos estádios de 2014 por R$ 58 milhões, uma empresa concorrente brasileira cobrava R$ 13 milhões a menos.

Do Blog do Cláudio Humberto
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