quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PSOL adia votação do Código Florestal

Apesar do acordo firmado entre a base aliada e a oposição no Senado – cujos líderes haviam acertado votar o projeto de lei do novo Código Florestal na quarta-feira, 30 -, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP)  conseguiu, sozinho, adiar a aprovação da proposta, ao impedir a votação do requerimento de urgência para a apreciação da matéria em plenário.

O PSOL é o único partido que se opõe aos termos da proposta do Código Florestal. Um dos motivos do desagrado alegado pelo senador é a crença de que o código institui o desmatamento no seu Estado, o Amapá, ao reduzir a reserva legal de floresta de 80% para 55%.

- Esse texto do Código Florestal é ruim para as florestas, para o Brasil, para o hoje e para o amanhã, afirmou o senador.  

O senador do PSOL prometeu esgotar os mecanismos do regimento para tentar adiar a aprovação. “Nós vamos resistir e utilizar todos os meios para a resistência”, disse Randolfe. “Enquanto tivermos o regimento na mão, vamos utilizar o regimento para obstruir a votação.”

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PT de hoje proibe o que o PT de ontem amava - liberdade de imprensa


O PT anda um pouquinho, recua um pouquinho, disfarça e volta a um assunto que lhe é especialmente caro: o poder do Estado de estabelecer algum tipo de controle sobre a imprensa.

Sexta-feira passada aconteceu mais uma reunião para o partido discutir a questão que tenta introduzir na agenda do País desde o início do primeiro mandato de Lula.

De lá para cá a abordagem do tema foi sendo adaptada, a fim de driblar resistências.

Hoje esse debate acontece sob a justificativa de que é necessário estabelecer "um novo marco regulatório para a mídia", mas em 2004 a mesma proposta foi apresentada ao País com sinceridade e nitidez.
Era preciso, na visão do partido que chegava ao poder, criar um órgão - o Conselho Federal de Jornalismo - para "orientar, disciplinar e fiscalizar" o trabalho dos meios de comunicação.

Na época, o PT ainda era estreante nas lides governamentais, não havia se iniciado com afinco na produção de escândalos em série e estava acostumado a ser paparicado por quase toda a grande imprensa da qual reclama, mas que até o caso Waldomiro Diniz dava ao partido e ao presidente Lula uma cobertura extremamente favorável.

Ao "presidente operário" tudo era permitido. Inclusive renegar o próprio discurso sem ser confrontado com rigor diante da contradição-mãe de chamar de herança maldita o legado do antecessor e, ao mesmo tempo, tirar dela o melhor proveito.

A partir dos tropeços do governo é que o cenário mudou. Mas não mudou no partido a ideia de exercer domínio sobre a grande imprensa, o único setor que lhe foge completamente ao controle. E é isso o que incomoda.

Por mais disfarçados que sejam os argumentos. Em artigo no jornal O Globo de ontem, o presidente do PT, Rui Falcão, lista alguns pontos que seriam alcançados pelo "marco regulatório".

(Dora Kramer, O Estado de S.Paulo)
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

José Rainha continuará preso



A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça negou pedido de liberdade de José Rainha Juniur e Claudemir da Silva Novais. 

Eles foram presos por serem suspeitos de integrar organização criminosa voltada para a prática de crimes contra o meio ambiente, de peculato, apropriação indébita e extorsão. 

Investigações da Polícia Federal apontam que José Rainha, que ficou famoso como líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), seria o chefe de organização criminosa que atuava na região do Pontal do Paranapanema, em São Paulo. 

Há indícios de desvio de dinheiro público, com a participação de servidores do Incra. Também há suspeita de coação de testemunha mediante grave ameaça, atribuída a Antônio Carlos dos Santos, a mando de José Rainha.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Delúbio, o cafajeste.


Em outubro de 2005, ao festejar o 50° aniversário no sítio em Goiás, o fora-da-lei Delúbio Soares presenteou-se com uma previsão debochada: “No futuro, o mensalão vai virar piada de salão”.

Por enquanto, a profecia não se confirmou: o escândalo que escancarou a alma sombria do governo Lula desembocou no processo que será julgado no próximo semestre pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. E pode dar cadeia, começa enfim a desconfiar “nosso Delúbio”, como costumava referir-se Lula ao companheiro ladrão.

Neste sábado, numa reunião com 40 sindicalistas em Brasília, o ex-tesoureiro do PT preferiu qualificar de “boato” o colossal balaio de maracutaias que, passados seis anos, já deveria ter virado anedota.

Delúbio, em sua essência, não mudou: o cinismo repulsivo, o vocabulário cafajeste, a compulsão para a mentira e outros traços abjetos seguem confirmando que certos defeitos de fabricação não têm conserto.

Mas o sumiço do sorriso desdenhoso e a multiplicação de vincos no rosto indicam que o gerente da roubalheira imensa já não se acha condenado à perpétua impunidade.

2012 vem aí. Ano deste bandidos na cadeia.

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sábado, 26 de novembro de 2011

Meu garoto!

Lupi: mais denúncias


A edição de Veja que chegou às bancas hoje, 26/11, denuncia mais uma suposta irregularidade na pasta no ministro Carlos Lupi (Trabalho). 

Quem relata o caso é o mecânico Irmar Silva Batista, que tentou criar o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sirvesp). 

Em 2008, o então secretário de Relações do Trabalho, Luiz Antonio de Medeiros, o apresentou a um assessor, Eudes Carneiro, que lhe pediu 1 milhão de reais para liberar o registro. Irmar se recusou a pagar e o registro não saiu até hoje. 

Em fevereiro deste ano, Irmar enviou por e-mail uma carta para a presidenta Dilma Rousseff e para o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. O Palácio do Planalto acusou o recebimento da carta em 9 de março, mas informou que o trecho que narrava a denúncia, estranhamente, teria chegado cortado na mensagem recebida. 

Ouvidos por Veja, todos os citados por Irmar Batista negaram o pedido de propina. Em entrevista à reportagem, Irmar Batista contou que no fim de 2008 foi a Brasília reclamar da demora para registrar o sindicato. "Procurei o Medeiros (Luiz Antonio de Medeiros, então secretário de Relação do Trabalho), que me levou a uma sala ao lado e disse: O que o Eudes acertar, está acertado. Então ficamos a sós com o Eudes Carneiro (assessor do ministério). Antes da reunião, o Eudes mandou a gente desligar os celulares. Sentamos à mesa e veio a proposta indecente: eles pediram 1 milhão de reais para liberar o registro do sindicato". 

Ainda segundo ele, "vários sindicatos foram extorquidos, mas o pessoal tem medo de aparecer. Há outros sindicatos que também foram vítimas disso que aceitaram pagar propina", afirma.


- Do Blog do Cláudio Humberto -
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Decepção


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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ministério adultera documento


Do Blog do Josias de Souza



O escândalo do Ministério do Trabalho ainda nem esfriou e já surgiu outro, dessa vez na pasta das Cidades. 
Envolve um projeto da Copa Mundo, em Cuiaba (MT), uma das cidades que sediará jogos de futebol da competição.
Deve-se a revelação da nova encrenca ao repórter Leandro Colon. Vai abaixo um resumo em 20 lances:

1. Chefiada pelo ministro Mário Negromonte (PP), a pasta das Cidades acertara com o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), uma obra de infraestrutura.

2. Acertara-se a construção de uma linha rápida de ônibus (BRT) na capital matogrossense. Coisa de R$ 500 milhões. Parte da União, parte do Estado.

3. O projeto foi incluído no rol de obras destinadas a melhorar o sistema de mobilidade nos aglomerados urbanos incluídos no calendário da Copa.

4. Súbito, o governador Silval decidiu trocar a via expressa de ônibus por algo mais moderno: um Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT).

5. Convocado a analisar a demanda, o analista técnico Higor Guerra produziu um parecer contrário. Tem 16 laudas. Datado de 8 de agosto, levou o número 123/2011.

6. Na peça, o técnico Higor, que representava o ministério nas reuniões realizadas em Cuiabá, apontou uma discrepância de custo. 

7. O VLT custaria R$ 1,2 bilhão, R$ 700 milhões mais caro que o BRT. Higor mencionou também a exiguidade de prazo e a ausência de estudos comparativos.

8. O governador Silval não se deu por achado. Insistiu. Mexe daqui, remexe dali surgiu no processo que trata da parceria um novo documento.

9. A quantidade de páginas é a mesma: 16. O número é identico: 123/2011. Mas o conteúdo é diametralmente oposto. 

10. No novo parecer, o Ministério das Cidades aceita a troca da linha de ônibus pelo veículo de trilhos. Com isso, a obra foi a R$ 1,2 bilhão.

11. No dia 6 de outubro, o técnico Higor foi procurado por Luiza Gomide Vianna, diretora de Mobilidade Urbana das Cidades. 

12. Luiza pediu a Higor que assinasse o parecer que desdiz o documento anterior. O técnico refugou a ordem. Há duas semanas, pediu desligamento de suas funções.

13. Na última segunda-feira (21), Luiza, a diretora de Mobilidade, conduziu uma reunião a portas fechadas. O encontro foi gravado. O repórter ouviu o audio.

14. A certa altura, Luiza dirige-se aos assessores assim: "Nota técnica de ninguém aqui é como música, não tem direito autoral. Nosso trabalho é para o governo, a nota técnica de vocês é para o governo."

15. Noutro trecho, Luiza declara que Cássio Ramos Peixoto, chefe de gabinete do ministro Negromonte, foi quem pediu para "rever" a nota técnica contrária à troca de projetos. "A gente ficou numa situação sem saída", ela diz.

16. Nas palavras de Luiza, Cássio considerou que o técnico Higor produzira uma "análise dura". Ela mencionou um outro personagem: Guilherme Ramalho.

17. Guilherme é coordenador-geral de Infraestrutura da Copa do Ministério do Planejamento. Também ele achou “dura” a avaliação de Higor.

18. Ficou entendido na reunião que o governador Silval obtivera o aval do Palácio do Planalto para alterar o projeto. E Luiza: "Qualquer decisão tomada no governo, a gente faz parte dessa decisão."

19. Procurado pelo repórter, o Ministério das Cidades manifestou-se por meio de nota. No texto, diz que o processo seguiu o “rito” e que a “opinião divergente” foi “refutada tecnicamente no momento da conclusão da análise.” Absteve-se de explicar o porquê da troca sorrateira de pareceres que deu à normalidade uma aparência anormal.

20. Ouvido, o governador Silval declarou: “Temos que tentar implantar um transporte de massa que seja moderno e atenda ao futuro. O do BRT já nasce saturado. O VLT é um dos mais modernos do mundo.” Ele diz ter “100% de certeza” de que a coisa ficará pronta antes da Copa.

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Ronaldo "fenômeno" - visual Tim Maia


Pelo menos ele teve o bom gosto de escolher o visual de um grande artista.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Será que a Dilma manda em alguma coisa?


Enquanto o Brasil todo pede a saída do Lipinóquio do Ministério dos Transportes, a cúpula do PDT banca a permanência dele no poder.

Nada de admirar até aí, pois o PDT não passa de um pequeno amontoado de ratos que envergonham a moral, os bons custumes e a decência do povo honrado deste país.

O que é de se admirar mesmo é a presidenta não ter força de tomar uma atitude e colocar este desqualificado fora do seu governo.

E ela não o coloca  não por que não queira ou não tenha sérios motivos.

Não  o demite do cargo porque não tem força política e é presa pela "sainha".

Pobre do povo e do país que vive refém de incompetentes e que é administrado por gente que vive manobrado e encabrestado por ladrões de bens público.

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ministros bem mandados


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Caso Cesare Battisti - A Palavra da Corte



O lançamento do livro: "Caso Cesare Battisti - A Palavra da Corte", do promotor cearense Walter Filho está causando frisson. 

Trata-se do segundo livro de Walter Filho, que já havia lançado "Cinema - A Lâmina que corta", compilação de reflexões a respeito da sétima arte e de seus filmes preferidos. 

Para escrever "O Caso Cesare Battisti - A Palavra da Corte", o autor fez uma viagem para a Itália, em 2009. Em Milão, ele teve contato direto, lendo e avaliando, com os quatro processos que envolvem a participação do ex-militante político italiano.

Nos processos, Walter Filho constatou que Cesare Battisti, então integrante do grupo de extrema-esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), foi preso em flagrante em de Milão, em 26 de julho de 1979, acusado de envolvimento direto em quatro homicídios, todos assumidos publicamente pelo PAC. Segundo o autor, todos os crimes tiveram fins políticos, ligados à ideologia do movimento italiano.

Baseado nas informações obtidas nos tribunais em Milão, o foco central do livro "O Caso Cesare Battisti - A Palavra da Corte" é evidenciar que a culpa pelos quatro assassinatos, atribuídos ao membro do PAC, nos processos, foi provada nas três Instâncias da Justiça italiana. O promotor Walter Filho acrescenta em sua publicação que essas decisões também foram ratificadas pela justiça francesa e pela Corte Internacional de Direitos Humanos.

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Ciro Gomes, um bobão recalcado


Com cinquenta e quatro anos de idade, Ciro já foi deputado, prefeito, governador, ministro da fazenda. Candidato a Presidência da República, foi derrotado duas vezes, entre outras coisas por conta de sua língua solta, e do machismo, que envergonhou o Ceará. Humilhado, Ciro reconheceu sua insignificância nacional, e recolheu-se ao Ceará onde instituiu uma monarquia, a famosa dinastia Ferreira Gomes.

Vaidosos, arrogantes e incompetentes, os irmãos Gomes capricham no destempero, em que desancam a tudo e a todos. Vejamos algumas pérolas:

- “médico é igual sal: branco, barato e você acha em qualquer lugar”

- “Fortaleza é um puteiro a céu aberto”

- “o professor que não estiver satisfeito com o salário (R$ 1.200,00) peça pra sair”

- “O sujeito se vicia em exame de próstata, e...”.

Durante a greve dos professores, a deputada Patrícia Gomes, ex-mulher de Ciro, foi filmada dando língua para os manifestantes.

Formado em Direito pela UFC, Ciro não trabalha, nunca trabalhou, sempre foi político – troca de partido como quem troca de roupa.

Sua família tomou conta do Ceará: um irmão é o governador do estado; outro, deputado; um secretário de estado; outro prefeito; a mãe de seus filhos é deputada e ex-senadora; a filha prepara-se ser deputada, e por aí vai. Ciro age como as velhas oligarquias nordestinas: perpetua a pobreza e aumenta do poder da família.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A dança das cadeiras de Dilma



1. Trabalho: Carlos Lupi (PDT) será convidado a deixar o governo. Se não for abalroado por nenhuma nova denúncia, sairá junto com os demais.
Dilma está decidida a manter um representante do PDT em sua equipe. Porém, considera a hipótese de retirar a legenda do Trabalho.

2. Cultura: Ana de Hollanda deve ser afastada. O desempenho da irmã de Chico Buarque, escolha pessoal de Dilma, ficou aquém do que desejava a presidente.

3. Cidades: Imposto a Dilma pelo PP, Mário Negromonte será defenestrado expurgado por duas razões. Primeiro porque perdeu o apoio de sua legenda.
Segundo porque é visto no Planalto como gestor temerário de uma pasta convertida em escândalo esperando para acontecer.

4. Desenvolvimento Agrário: A cabeça de Afonso Florence (PT) deve descer à bandeja pela mesma razão invocada contra Ana de Hollanda: ineficiência.

5. Educação: Fernando Haddad (PT) trocará a Esplanada pelos palanques municipais de São Paulo. 
6. Integração Nacional: Dilma não cogitava trocar Fernando Bezerra Coelho (PSB). O ministro foi à lista graças a uma jogada de seu padrinho político.
O governador pernambucano Eduardo Campos empina a candidatura de Fernando Bezerra à prefeitura do Recife. A troca está condicionada à efetivação do plano.

8. Fusão de secretarias: Dilma cogita incorporar duas secretarias (Igualdade Racial e Políticas para as Mulheres) em uma (Direitos Humanos).
Nessa hipótese, a secretaria “três em um” seria chefiada por Maria do Rosário (PT), atual ministra dos Direitos Humanos.
Luíza Bairros (PT), hoje à frente da secretaria de Igualdade Racial, perderia a função. Iriny Lopes (PT), gestora da pasta das Mulhres, também.
Iriny tenta viabilizar-se como candidata petista à prefeitura de Vitória (ES). Dilma sonha com o êxito da empreitada.

9. Pesca: É outra pasta que, por desnecessária, Dilma gostaria de riscar do organograma. A ideia é fundi-la ao Ministério da Agricultura.
Luiz Sérgio (PT), transferido para a Pesca quando perdeu a coordenação política do governo para Ideli Salvatti (PT), iria ao meio-fio.

10. Portos: Dilma deseja devolver os portos para a estrutura do Ministério dos Transportes. Algo que converteria Leônidas Cristino (PSB) em ex-ministro.

11. Micro e Pequenas Empresas: Dilma mantém de pé a intenção de criar um ministério para esse setor. Coisa já formalizada em projeto enviado ao Congresso.
Assim, se PT e PSB não atraplharem os planos da presidente de extinguir quatro pastas (Racial, Mulheres, Pesca e Portos), o ministério das empresas seria o 35o.

No gogó, a reforma é vendida por auxiliares de Dilma como uma virada de página. O novo time seria mais qualificado e teria as feições de Dilma.

Na prática, avizinha-se uma mexida convencional. Rendida à (i)lógica da coalizão, Dilma tende a render-se às indicações dos partidos que lhe dão suporte legislativo.

Hoje, o condomínio governista é composto por 14 legendas. Sete estão representadas no primeiro escalão.
O PT controla 18 pastas. O PMDB, cinco. O PSB, duas. PP, PDT, PR e PCdoB têm um ministério cada.

Imperador Adriano, alegra flamenguistas e corinthianos.


Para ser campeão o:


 Corinthians: Só depende das próprias forças. Se vencer Figueirense (fora) e Palmeiras garante o título ou ainda: pode empatar uma e ganhar outra 

Vasco: tem que derrotar Fluminense e Flamengo e torcer por uma derrota ou dois empates do Corinthians 

Fluminense: tem que derrotar o Vasco e o Botafogo e torcer para o Corinthians obter, no máximo, um ponto nas duas últimas partidas

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Saúde dos senadores nos custará R$ 66 milhões

Esta cambada de velhos inúteis que compõem o senado adoram brincar com nosso dinheiro. 

Eventuais consultas, exames e internações dos 81 senadores em hospitais vão nos custar R$ 66,1 milhões, apesar do completo serviço médico do Senado e dos altos salários que recebem.

Os quatro contratos, todos com dispensa de licitação, valem por 60 meses. O Hospital Santa Luzia pode faturar R$ 45 milhões, o centro médico Carpevie, R$ 17 milhões, e o Centro Urológico de Brasília R$ 1,2 milhão para cuidar das próstatas ilustres.

Enquanto isto milhares de hospitais públicos padecem da falta de álcool, esparadrapo e outras coisinhas menores.

Cambada de parasitas!

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Até que enfim Maluf acerta uma


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domingo, 20 de novembro de 2011

Se abrirem os arquivos, vai faltar cadeia.


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Zé Dirceu e Nem - chefes de quadrilha



Pena que os dois tenham nascido em épocas diferentes. Pena que um tenha crescido no morro e outro no PT.

Se o destino tivesse sido mais generoso, Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e José Dirceu de Oliveira e Silva, o Comandante Zé, estariam há muito tempo celebrando entre tragos e tragadas, no quarto de hotel de luxo ou no botequim da viela, as semelhanças e afinidades que eternizam a amizade. 

Ambos ficaram famosos como chefes de quadrilha. Enriqueceram com atividades criminosas. Gostariam de ser Lula. E também acham, como o ídolo comum, que o Brasil precisa acabar essa mania de tratar coisas iguais de forma distinta.


Leia matéria completa no Blog do Augusto Nunes 

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sábado, 19 de novembro de 2011

José Genoíno tem contas reprovadas pelo TRE-SP



O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) desaprovou as contas do candidato a deputado federal José Genoino (PT) relativas à campanha eleitoral de 2010 por “diversas irregularidades”.

A decisão da corte foi unânime em sessão plenária na quinta-feira. Ele poderá recorrer. De acordo com o julgamento, foram constatadas irregularidades na prestação de contas de Genoino, entre as quais divergências de R$ 45.865,48 sobre valores declarados e notas fiscais emitidas. 

O petista obteve 92.362 votos no pleito do ano passado e ocupa a segunda suplência - hoje é assessor do ministro da Defesa, Celso Amorim. O TRE apontou diferenças nos valores de serviços de propaganda eleitoral no total de R$ 29.094,50 e falta de recibos eleitorais. 

Para o juiz relator, Paulo Galizia, “são falhas de natureza grave que comprometem a confiabilidade das contas apresentadas e inviabilizam a atividade fiscalizatória da Justiça Eleitoral”. (Do Estadão).

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Lula engana até a dona morte


Com bom humor, a vida torna-se bem mais agradável.

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MEC suspende vagas de medicina por falta de qualidade



O Ministério da Educação (MEC) está supervisando cursos que obtiveram baixo desempenho nas avaliações da pasta. 

A medida foi anunciada ontem (17/11) e nesta sexta o órgão publicou a suspensão cautelar de 514 vagas de 16 cursos de medicina – todos com nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC), que varia em uma escala de 1 a 5, de acordo com o desempenho dos alunos no Enade. 

Os cursos são de instituições particulares de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Maranhão, de Rondônia, do Tocantins e de Mato Grosso. 

Até o fim do ano, o MEC ainda quer suspender mais 50 mil vagas em graduações que tiveram resultados insatisfatório.

 Isto é no que dá liberar funcionamento de cursos superiores para agradar a políticos e para enganar a classe estudantil.

O que o MEC deve ter é critérios rigorosos nas autorizações de funcionamento dos cursos e não se deixar levar por politicagens irresponsáveis.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Clica Dilma.


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Toma coragem, Dilma!


Após outro depoimento desastroso, desta vez no Senado, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) manobrou contra o próprio partido, evitando que a executiva se reunisse para discutir sua situação. 

Os pedetistas estão envergonhados com o flagrante de mentira de Lupi. 

Ele teve ajuda de um dos poucos aliados que restam no PDT para impedir a reunião: o secretário-geral Manoel Dias alegou “mal-estar” e não viajou a Brasília.

Manoel Dias Rabo Preso deve a Lupi o cargo da mulher, Dalva, diretora-executiva da Fundacentro. Ela mora em Curitiba e o órgão fica em São Paulo.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Plínio Arruda avisou que Dilma não era faxineira



Setembro de 2010. Véspera do primeiro turno da eleição presidencial. Num debate televisivo, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) investiu contra Dilma Rousseff (PT).
Plínio esfregou na face de Dilma o escândalo Erenice Guerra. “A corrupção bateu na sala ao lado”, fustigou. “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”

O presidenciável do PSOL foi à jugular: “Você vai ter que escolher muita gente. Tem competência para escolher ou vai escolher outras Erenices?”

Decorridos dez meses e meio, o governo de Dilma Rousseff revelou-se uma usina de Erenices. Foram ao olho da rua seis ministros. Cinco por suspeita de corrupção.

Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Orlando Silva, Pedro Novais... A sexta encrenca, Carlos Lupi, agoniza nas manchetes à espera da guilhotina.

Dilma crispa o cenho. Faz boca de nojo. Chama os trambiqueiros ao gabinete. Arma um banzé-de-cuia que arranca aplausos da classe média incauta. 

A história do Brasil ensina: ninguém paga pelo que foi, fez e falou. O pedaço da imprensa que alisa Dilma, apelidando-a de faxineira, segue a tradição.

Dilma não é inocente, eis o que se deseja realçar. Foi ela quem nomeou o lixo. Com uma agravante: sabia o que estava fazendo. Ou deveria saber.

Excetuando-se o octagenário Pedro Novais, um velho problema novo, todos os demais ministros pilhados no contrapé vieram da gestão Lula.

Cabe perguntar: o que fazia Dilma no governo de seu patrono? Era a chefona da Casa Civil, a gerentona geral, a coordenadora de tudo...

Pela mesa da ministra toda-poderosa de Lula passavam as iniciativas e programas de governo com alguma relevância. Coordenava, reunia, espinafrava, fazia e acontecia.

Pois bem. Por que diabos Dilma permitiu que o lixo conhecido deslizasse tão suavemente para dentro da gestão dela?  Por que não reciclou o continuísmo?

A frase do Plínio-2010, por premonitória, ainda ecoa: “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”

Leia reportagem na íntegra, clicando AQUI. 

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